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O Livro

Disciplinando um caso de imoralidade

1 Fala-se muito por toda a parte da imoralidade sexual tolerada no vosso meio, tão má que nem sequer entre os descrentes se encontra: um homem na vossa congregação está a viver em pecado com a mulher de seu pai.
2 Como se justifica então a vossa presunção? Não seria antes caso para chorar de tristeza, e para tirar já esse indivíduo do vosso meio?
3-5 Ainda que não estando entre vocês, contudo espiritualmente estou presente. Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo já decidi o que devia fazer-se. Vocês devem convocar a assembleia da igreja - o poder do Senhor Jesus será convosco nessa reunião, e eu mesmo, em espírito, também estarei junto de vocês - e então expulsem essa pessoa do seio da igreja, sendo assim entregue nas mãos de Satanás, para que a sua natureza pecadora seja destruída; que pelo menos a sua alma permaneça salva para o dia em que o nosso Senhor Jesus Cristo voltar.
6 Não é bom que se gabem da vossa espiritualidade, e que uma tal situação se mantenha. Não se dão conta de que se se tolerar que, uma só pessoa que seja, continue a pecar em breve as outras todas serão afectadas? Tal como é costume dizer: basta um pouco de levedura para fermentar a massa toda.
7 Limpem-se pois de toda essa velha levedura; tornem-se uma massa sem fermento para que todos se mantenham incontaminados. Cristo, o cordeiro de Deus, foi sacrificado em nosso lugar.
8 Celebremos pois essa festa espiritual, deixando para trás o fermento da maldade, a antiga vida, podre de tanto vício, de tanto pecado. Que em vez disso participemos nessa festa espiritual com o pão puro da sinceridade e da verdade.
9 Já antes vos tinha escrito que não se misturassem com gente imoral.
10 Mas não me estava a referir aos descrentes que vivem na imoralidade sexual, que são gananciosos, ladrões, que se entregam à idolatria; porque então vos seria necessário sair do mundo.
11 Mas o que eu queria dizer era que não devem associar-se com alguém que, dizendo-se cristão, continue a viver na imoralidade, na avareza, no roubo, na idolatria, na maledicência e em bebedeiras. Nem sequer comam com tais pessoas.
12 Não nos compete a nós julgar os de fora. Mas é sem dúvida nossa obrigação de julgar os que estão dentro da igreja e que estão a pecar dessas maneiras.
13 Deus julgará os que estão de fora; mas as Escrituras dizem: "Expulsem a pessoa de má conduta do vosso meio."
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